O atelier
Não é fábrica. É um atelier.
Em Artur Nogueira, no interior de São Paulo, cada peça BADDU nasce de mãos reais. Não existe esteira, não existe estoque, não existe pressa.
Existe uma mesa de corte, rolos de linho esperando a vez, e o tipo de silêncio que só tem em lugar onde se trabalha com cuidado. O caminho de uma peça é sempre o mesmo, e sempre único: cortada com o seu nome, costurada nas mãos de uma das nossas costureiras, conferida, passada e embalada como quem prepara um presente.
1.0
O desenho
Toda peça nasce no papel, entre amostras de linho e lápis de cor. Barbara desenha cada modelo do começo ao fim, e só vai adiante o que passa nas provas da casa.
1.1
A costura à mão
O babado preso à mão, o botão encapado com o próprio linho, a barra conferida duas vezes. Detalhes que você talvez nunca repare, e é por isso que a peça dura.
1.2
O nome de quem espera
Antes da costura, cada parte da peça recebe uma etiqueta com o nome de quem a esperou. É assim que ela atravessa o atelier: sua desde o primeiro corte.
1.3
A caixa
De volta ao atelier, a peça é conferida, passada, dobrada em papel de seda e perfumada. O cartão que vai dentro é escrito à mão.
O que nenhuma fábrica repete
A BADDU é feita por gente, a maioria mulheres, cada costureira trabalhando de sua casa, no ritmo de quem faz uma peça por vez.
“Quem escreve para a BADDU é respondida por uma pessoa com nome. Porque aqui não se atende: cuida-se.”
